Jornada do Herói

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“Ajudar não é algo programado, acontece naturalmente”

 

Ajudar é uma ação que pode ser feita a qualquer altura do dia. “É muito fácil ajudar outra pessoa, basta andarmos atentos”, explica-nos Rita Matos, Diretora de Unidade de Negócio da Mercearia Doce do Continente e residente no Estoril.

Apesar do seu apoio se cruzar ocasionalmente com instituições de solidariedade, Rita desmistifica a ideia de que “seja preciso ajudar uma organização ou instituição em concreto”. “Ajudar é algo que é natural, é genuíno e não é programado”, acrescenta. Este espírito solidário é igualmente algo que deve ser promovido em família, nesse sentido Rita procura sempre, juntamente com as filhas, ajudar aqueles que as rodeiam.

“Para ajudar, basta ter os olhos abertos e o coração disponível”

Disponibilidade é uma das palavras mais importantes quando o tema é solidariedade. “Costumo ajudar sempre que consigo, sempre que posso e sempre que alguém precisa de ajuda”, destaca. Seja apoiar uma pessoa com dificuldade em atravessar a rua ou a doar bens a quem mais precisa, para Rita, ajudar “é algo que sai de forma natural e genuína, é muito fácil de acontecer”.

Ver a felicidade dos outros é uma das maiores recompensas que pode ter. “Fico genuinamente concretizada e feliz”, confessa, acrescentando a importância dos valores que lhe foram ensinados pelos seus pais: “Adoro ajudar, acho que é algo que tem muito a ver comigo, por outro lado, também está muito relacionado com a educação de tive e valores que os meus mais me passaram”.

Alimentos, roupa e brinquedos, são alguns bens que costuma doar a pessoas mais carenciadas. “O que mais me custa é ver alguém nos caixotes do lixo à procura de comida ou peças de roupa para se abrigar. Nesses momentos sou sempre a primeira a ir a casa e buscar bens para ajudar essa pessoa”.

Solidariedade, um orgulho de família

Quando o tema é ajudar, ninguém hesita a tomar posição na casa de Rita. As suas filhas também sentem a mesma vontade de ajudar, característica essa que a mãe confessa gerar “muito orgulho”. As suas filhas são “pessoas exemplares e com um coração muito grande”, conclui.

Devido ao isolamento social e ao confinamento obrigatório, imposto pela pandemia, a Páscoa do ano passado foi diferente da habitual. “Muitas crianças não conseguiram celebrar uma época associada a chocolates e celebração”, conta. Neste sentido, Rita e as filhas tiveram a ideia de partilhar chocolates e doces com algumas famílias mais carenciadas. “Fiquei surpreendida por ver os miúdos comovidos por receber os chocolates, gostei muito da atitude delas”.

Seja em família ou por iniciativa própria, Rita não se cansa de destacar que “podemos ajudar qualquer pessoa no momento em que saímos de casa, sem programar ou planear”. É algo natural, “basta querer”.

Tome nota!

O Continente tem o privilégio de contar com colaboradores incríveis. Tal como a Rita, muitos outros são verdadeiras inspirações de altruísmo que movem a nossa atividade.

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